36 RUSES ET STRATAGÈMES/BRASIL/SO WHAT MISTER SUN TZU ?

SUN TZU & MANAGEMENT. So what Mister Sun Tzu?

Sun Tzu & management – O pensamento estratégico chinês

Um pensamento que elevou a um nível incomparável a aplicação do princípio estratégico econômico

(…) As armas são instrumentos de mau agouro

 Força e violência não são as melhores formas de alcançar seus objetivos (…) Quanto mais nos opomos firmemente a um adversário, mais reforçamos o ponto de apoio de sua mobilização e de sua determinação, maior o preço para vencê-lo ! (…) – Em vez de gastar seus recursos, é vantajoso mobilizar os dos outros, até os de seus adversários, e conservar os próprios para obter outros proveitos. (…) – A verdadeira vitória vem da astúcia e seu processo é invisível. (…) constatamos seus efeitos quando estão consolidados! (…) – Na falta, ou insuficiência de tecnologias, de recursos financeiros, de pessoal, de serviço comercial, de redes de distribuição… tomar emprestados os dos outros, instrumentando suas estratégias s (ver estratagema n° 3 – O potencial dos outros). (…)

A arte da guerra é como a água que foge das alturas e preenche as depressões !

CAST Lisboa(…) Uma altura constitui uma resistência, um obstáculo a ultrapassar; logo, é dispendiosa. Um declive representa uma vulnerabilidade e um fator de aceleração do movimento. Adaptando-se ao terreno, desposando os contornos das situações que encontramos, agimos com as características do ambiente, que transformamos em vantagens (…) – Em vez de se impor externamente, a conquista é interior, com a cumplicidade do meio. O pensamento chinês tem essência mais estratégica do que tática, mais propensa a considerar o conjunto do que as partes, sempre tomadas em relação ao todo.

O general não pede a vitória a seus soldados e sim à situação na qual ele os dispõe.

Um soldado não é valoroso ou fraco em si, de forma intemporal, independente e absoluta, mas em função de sua relação com as circunstância nas quais ele se encontra. (…)

A invencibilidade depende de si e as ocasiões de vitória dos erros adversos.

A primeira tarefa do general é tornar-se invencível obtendo a confiança de suas tropas e de seu povo. Compartilhando suas alegrias e suas tristezas e assegurando um funcionamento harmonioso, ele constitui para si um capital considerável de adesão, de determinação e de mobilização. Além disso, ele não deixará lugar para tentativas de desestabilização por parte de seus inimigos (…) – A sinceridade e qualidade do management interno tornam a organização adaptável, reativa e criativa.

Atacar em plena luz mas vencer secretamente.

O estrategista dispõe de dois tipos de forças: Zheng, clássica, convencional, visível, e Ji (extraordinária, surpreendente, irregular). Por economia e preocupação com eficácia, iniciar o encontro com meios ortodoxos que atraem e fixam os do outro, mas vencer pegando o dispositivo inimigo desprevenido por uma iniciativa inspirada (…) – Os meios habituais raramente fazem a diferença. Seu movimento previsível pode ser desafiado.

A inteligência da mudança

O pensamento chinês (…) parte do todo para abordar as partes. Ele busca como prioridade desenvolver a inteligência das situações nas quais os atores se encontram em vez de primeiro considerar seus pontos de vista particulares, suas supostas forças e fraquezas, trunfos e deficiências fixos que os qualificariam de forma imutável independentemente das condições nas quais se encontram. Essa abordagem, que poderíamos chamar de ambiental, não considera o indivíduo ou a organização como alheios de um mundo no qual se propõe a agir, e sim como parte interessada de um todo. Nessa visão, um ator não conta somente com suas próprias forças, distintas do todo, mas ele as harmoniza com esse conjunto envolvente do qual ele obtém vantagens das evoluções.

Paradoxo e transformação

O paradoxo e a transformação estão no centro da cultura estratégica chinesa. Ambos evocam o bem conhecido símbolo do yin e do yang. Diversos estratagemas articulam-se sobre um paradoxo: esconder na luz (1), dar para tomar (16), a liberdade das correntes (35)… Aplicar a fraqueza da força, ou seu contrário a força da fraqueza (11), procede simultaneamente do paradoxo e da transformação pois, não somente um se origina do outro mas é também sua perspectiva. Encontrar a fraqueza na força consiste em não se apegar exclusivamente ao que se vê, ao que é, temporariamente, aqui e agora, mas ao que cria estrategicamente a força ou a fraqueza (ver a água foge das alturas, estratagema n° 2) para trabalhar na montanha (estratagema n° 19), ou seja, antecipando o manifesto (…). Ler mais: Pierre Fayard (Bookman, Porto Alegre 2006). Compreender e aplicar Sun Tzu. O pensamento estratégico chinês: uma sabedoria em ação (19 estratégias) – (Escolar Editora, Lisboa) Compreender e aplicar Sun Tzu. O pensamento estratégico chinês: uma sabedoria em ação (25 estratégias).

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